Dom Geraldo Lyrio Rocha é eleito terceiro membro para o Sínodo dos Bispos

Com 134 de 238 votos válidos, o arcebispo de Mariana (MG), dom Geraldo Lyrio Rocha, foi eleito terceiro membro para a 14ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que ocorrerá em outubro, no Vaticano.

Dom Lyrio é natural de Fundão (ES). Foi bispo auxiliar de Vitória (ES); bispo de Colatina (ES), arcebispo de Vitória da Conquista (BA). Desde 2007, é arcebispo de Mariana.

Dom Geraldo foi presidente da CNBB, de 2007 a 2011;i segundo-vice presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam); i delegado da CNBB ao Celam, de 2011 a 2015, e à Conferência de Santo Domingo, em 1992.

Também foi eleito para os Sínodos para a América, em 1997; sobre a Eucaristia, em 2005; sobre a Palavra de Deus, 2008; e sobre a Nova Evangelização, 2012.

Foram escolhidos dois outros membros. São eles, o presidente eleito da CNBB, dom Sérgio Rocha e o o bispo de Camaçari (BA), dom João Carlos Petrini.

CNBB manifesta apoio ao Papa Bento XVI e lamenta campanha difamatória contra a Igreja

O presidente da CNBB e arcebispo de Mariana (MG),dom Geraldo Lyrio Rocha, fez um pronunciamento nesta quarta-feira, 31, em cadeia nacional das TVs católicas, manifestando apoio e solidariedade ao papa Bento XVI, diante dos ataques que vem recebendo por causa dos casos de abuso sexual de crianças e adolescentes envolvendo membros da Igreja.

“Sem temer a verdade, o Papa Bento XVI não só reconheceu publicamente esses graves erros de membros da Igreja, como também pediu perdão por eles”, disse o presidente da CNBB. “Bento XVI não receou manifestar seu constrangimento e vergonha diante desses atos que macularam a própria Igreja. Firme, o Papa condenou a atitude dos que conduziram tais casos de maneira inadequada e, com determinação,  afirmou que os envolvidos devem ser julgados pelos tribunais de justiça”, diz a nota.

Dom Geraldo lamentou que a divulgação das notícias relativas aos crimes de pedofilia envolendo religiosos tenha se transformado “numa campanha difamatória contra a Igreja Católica e contra o Papa”.

“O Papa, ao reconhecer publicamente os erros de membros da Igreja e ao pedir perdão por esta prática, não merecia esse tratamento, que fere, também, grande parte do povo brasileiro”.

Texto retirado integralmente em: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/notas-e-declaracoes/2825-nota-de-solidariedade-ao-papa-bento-xvi