Em Chipre, papa inicia 16ª viagem apostólica

O papa Bento XVI chegou a Chipre, nesta sexta-feira, 4, para sua 16ª viagem apostólica. Em seu discurso no Aeroporto Internacional de Paphos, Bento XVI recordou que Chipre se encontra na encruzilhada de culturas e religiões, de histórias ao mesmo tempo gloriosas e antigas.

“Encontrando-se entre Europa, Ásia e África, Chipre tem um papel especial de ponte entre mundos e culturas diferentes”, disse Bento XVI.

Um dos motivos da viagem do papa é a entrega do Instrumento de trabalho do Sínodo para o Oriente Médio. Segundo Bento XVI, o Sínodo examinará muitos aspectos da presença da Igreja na região e os desafios que os católicos devem enfrentar, às vezes em circunstâncias difíceis, vivendo a comunhão com a Igreja Católica e oferecendo seu testemunho a serviço da sociedade e do mundo.

Esta é a primeira visita de um papa à Ilha e a primeira vez que Bento XVI visita um país de maioria ortodoxa. Os 25 mil católicos de Chipre representam pouco mais de 3% da população. São apenas 15 sacerdotes que atendem a comunidade católica, que está sob a jurisdição do Patriarcado Latino de Jerusalém.

Desde 1974, Chipre vive dividida entre a presença turca no norte da Ilha e os greco-cipriotas no sul. Na fronteira, a ONU garante a segurança.

Texto retirado integralmente em: http://www.cnbb.com.br/site/imprensa/noticias/3563-em-chipre-papa-inicia-16o-viagem-apostolica

CNBB manifesta apoio ao Papa Bento XVI e lamenta campanha difamatória contra a Igreja

O presidente da CNBB e arcebispo de Mariana (MG),dom Geraldo Lyrio Rocha, fez um pronunciamento nesta quarta-feira, 31, em cadeia nacional das TVs católicas, manifestando apoio e solidariedade ao papa Bento XVI, diante dos ataques que vem recebendo por causa dos casos de abuso sexual de crianças e adolescentes envolvendo membros da Igreja.

“Sem temer a verdade, o Papa Bento XVI não só reconheceu publicamente esses graves erros de membros da Igreja, como também pediu perdão por eles”, disse o presidente da CNBB. “Bento XVI não receou manifestar seu constrangimento e vergonha diante desses atos que macularam a própria Igreja. Firme, o Papa condenou a atitude dos que conduziram tais casos de maneira inadequada e, com determinação,  afirmou que os envolvidos devem ser julgados pelos tribunais de justiça”, diz a nota.

Dom Geraldo lamentou que a divulgação das notícias relativas aos crimes de pedofilia envolendo religiosos tenha se transformado “numa campanha difamatória contra a Igreja Católica e contra o Papa”.

“O Papa, ao reconhecer publicamente os erros de membros da Igreja e ao pedir perdão por esta prática, não merecia esse tratamento, que fere, também, grande parte do povo brasileiro”.

Texto retirado integralmente em: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/notas-e-declaracoes/2825-nota-de-solidariedade-ao-papa-bento-xvi